Há dias em que sinto uma saudade imensa do Tio Val. Nossa, ele era tudo para mim: meu 2º pai, amigo, conselheiro, incentivador, etc, etc, etc. Meu Severino quebra-galho também. Fazia tudo o que eu queria e mais um pouco. Sinto falta disso também, não vou ser hipócrita. Mas sinto falta da companhia dele, de vê-lo lá em casa todos os dias.
Acho que já falei dele aqui algumas vezes, mas para quem não lembra, ele era o irmão mais velho da minha mãe. Solteirão convicto, eu e as minhas irmãs éramos tudo para ele. Eu, principalmente, porque além de sobrinha era afilhada, quase uma filha mesmo. Era assim que eu me sentia em relação a ele.
Ele me achava o máximo e sinto falta disso. Ele me admirava demais. E olha que eu ainda não tinha feito quase nada da vida quando ele morreu, em 04 de janeiro de 2001. Depois disso tirei carteira, casei, comprei carro, comecei a trabalhar, fiz viagens, e, tanta coisa que não dá nem para descrever. Mas acho que ele teria orgulho da pessoa que me tornei.
Não sou nada demais, mas para ele com certeza eu seria, pois já me amava sem eu ter conquistado quase nada e ser quase nada naquela época. Queria que o tempo voltasse para tê-lo de volta, mas sei que quem pode manda, e nesse caso, não vou discutir com Deus, que o levou, mas aceitar a situação, apesar de sentir uma saudade imensa dele. Faço que nem criança: finjo que ele foi viajar e pronto!
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