Sei que guardo datas demais, quem me conhece sabe disso. Mas essa data é lembrada por ser aniversário de um dos meus melhores amigos, na verdade, de um dos nossos melhores amigos, amigo da minha família. Nesse caso entenda-se por família eu, meu pai, minha mãe, minhas irmãs, meu marido, meu cunhado e o Júnior.
A família da Marli e do Lei é tudo de bom. Foi Deus quem nos deu o privilégio de conhecê-los quando o filho deles, o Bruno, tinha apenas 1 aninho e o Thales ainda nem existia.
Nosso convívio era de irmãos mesmo. Estávamos juntos em tudo. Dias de semana comendo traíra no bar em frente, o chamado Bip-Bip em Nova Era. Finais de semana espremidos na casinha do sítio. Na casa deles. Na nossa casa. Enfim, em tudo. Amigos nas horas alegres e tristes, em todos os momentos.
Ouço falar muito a expressão "sou amigo(a) de fulano (a) e sempre paro para pensar se são só colegas ou amigos de verdade. Porque amigo é muito mais que colega, mais até que irmão. Parece clichê: mas é aquele com quem estamos em todos os momentos da nossa vida, estando eles longe ou perto, mas nos apoiando e ajudando em tudo, em todas as situações mesmo.
Nunca me esquecerei da força que a Marly me dava quando não tinha muita coragem de dirigir para todo lado. E ela com suas maravilhosas e abençoadas orações só me apoiando.
O Lei com a sua bondade fora do comum fazendo de tudo por nós, desde buscar sorvete para nós até arrumar a parte elétrica da nossa casa, da loja que tínhamos, etc.
Estávamos em todas as situações juntos. Companhias maravilhosas. Mudaram-se para Ipatinga, mas quando vêm aqui choramos ao nos despedirmos porque a saudade deles dói de verdade.
É claro que estamos sempre em contato, mas que eu gostaria que eles morassem aqui em Juiz de Fora ainda, é claro que eu gostaria. Mas Deus sabe de todas as coisas.
Penso neles em várias ocasiões da minha vida. Outro dia estava pensando sobre o dia que bateram no meu carro e ficou uma platéia enorme assistindo. Uma das pessoas que assistia era considerada amiga pela minha família, mas naquele dia vi que a falta de iniciativa para pelo menos perguntar se eu precisava de alguma coisa ou o que tinha acontecido me fez lembrar que amigos de verdade são poucos. Analisando o caso pensei: se fosse o Lei ele tinha vindo me ajudar, me dar uma palavra, perguntar o que tinha acontecido, etc.
Só sei que hoje estou escrevendo para o Lei para o desejar muitos e muitos anos de vida e que ele continue sendo a luz que ele é na vida de tanta gente.
Peço a Deus que o abençoe e que realize todos os sonhos dele, pois se tem alguém que merece tudo de melhor, esse alguém é o meu (nosso) amigo Lei.
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