segunda-feira, 25 de abril de 2011

FERIADO NA PRAIA




O feriado da Semana Santa foi bom demais. Viajamos para a praia e foi a melhor coisa que fizemos. Estávamos muito felizes de nos reunirmos lá. Os dias foram quentíssimos, uma maravilha. A minha prima Sheila e o namorado dela, o Mário, também foram.
Quinta-feira ficamos em Itaipava, sexta em Castelhanos, sábado no parque aquático Acquamania e domingo novamente em Castelhanos. Foram dias especiais, pois além de eu amar praia, nossas companhias eram ótimas.
Só no sábado que houve um pequeno BO do nada no parque aquático. Estávamos em uma das piscinas de vôlei e quando íamos sair: eu, a Dany Elline e a Sheila para irmos para a de hidromassagem, entraram uma menina e um rapazinho e pularam na piscina, sem pedir se poderiam jogar com o Zé Hélio e o Mário. Até aí tudo bem. Mas quando voltamos, a Sheila deitou na beirada da piscina e a tal menina gritou para ela pegar a bola, como se ela fosse a gândula do jogo. Detalhe: gritou com a minha prima e não pediu por favor. A Sheila respondeu que não iria pegar porque não era a empregada dela. Isso devido à forma como a menina falou. Aí eu disse que tinha que pedir por favor e a menina desaforadamente disse que não sabia que essas palavras existiam no nosso vocabulário. Para quê. Eu mandei-a sair da piscina na hora, pois nessa piscina só entram as pessoas que estão jogando no momento.
A menina saiu com raivinha, o menino não deu uma palavra sequer. Passam-se alguns minutos e a Sheila me disse que a garota estava vindo com a mãe dela. Eu não acreditei naquilo. Quando a mulher chegou, veio toda posuda perguntar o que tinha acontecido e nós dissemos que nada, que a filha dela gritou, achando que mandava na minha prima e que não tinha educação. A mulher disse que era professora acadêmica, de faculdade, palavras dela. E a Sheila respondeu que eu também era. Mas na verdade sou só da rede municipal. Mas isso não interessa. Podia ser a presidente do Brasil que deveria dar educação à filha. Como se fosse pouco, a dona olhou para a minha prima e a chamou de  prepotente. Ah, ela ficou muito revoltada, disse que não andou mais de 500 km para a chamarem de prepotente justo lá. Final das contas: a senhora percebeu que a filha é uma adolescente irritadinha à toa, ficou com vergonha e foi embora.
Vê se eu agüento, além de ter que tolerar mau humor de alguns adolescentes na escola, vou ter que tolerar quando  viajo a passeio? Ninguém merece, né?

2 comentários:

  1. Aff, que abusada né??

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  2. Muito abusada, Dani, e não aguento gente que tira onda com a profissão ou o poder aquisitivo, já que conheço pessoas que têm muito mais e não são metidas. Aff mesmo. Bjs.

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