Estou eu, bem tranquila no salão fazendo unha, depois de séculos de trauma de fazer unha em manicure por várias razões, inclusive a alergia a esmalte que tenho, quando de repente ouço um barulho, que pensei ser do meu carro. No mesmo momento veio à minha cabeça que não teria como, pois ele estava parado, super bem estacionado, encostadinho no meio-fio. Passados alguns segundos entrou uma mulher no salão e perguntou de quem que era aquele carro que estava lá fora. Saí como um foguete, pois imaginei a lenha feita.
Quando cheguei lá fora vi meu carro todo raspado na porta do motorista. Comecei a ficar nervosa, não tinha como não ficar e a mulher começou a falar que era irmã da que tinha batido e que eu estava muito nervosa e eu disse para ela que eu tinha que ficar, pois o carro era meu. Ela disse que o marido da irmã dela já iria vir para conversar comigo. Nisso liguei para o meu marido para saber o que eu teria que fazer, pois graças a Deus nunca tinha acontecido nada comigo desse tipo. Ele disse que se a mulher falasse que iria pagar eu deveria pegar o telefone dela e confiar. Mas a moça veio toda arrogante me dizendo que era dona de empresa, que iria pagar, me mandando falar mais baixo. Aí é que fui ficando mais nervosa e alterada. Liguei para o meu marido de novo e pus a mulher para falar com ele, pois ele é muiiiiito mais calmo que eu. Pois bem, a mulher disse que era para eu procurar o marido dela para resolver e eu falei que eu não tinha que ir atrás de ninguém que não fui eu que tinha batido. Final das contas|: ela disse que vai pagar e eu disse que eu vou resolver com ela e não o meu marido, pois ela não quis dar o nome do marido dela.
Só sei que chorei bastante depois, mais de nervoso pela discussão que propriamente pelo carro, pois sei que é bem material e a gente recupera. Mas não vou ser hipócrita, fiquei muito triste, mas creio muito em Deus e Ele sabe de todas as coisas.
Enfim, o melhor: cheguei em casa e o Júnior me abraçou tanto, tanto, que me fez "esquecer" o ocorrido. Ele me sufocou de tanto carinho. Sabe aquele abraço que a pessoa gruda em você? Foi isso que ele fez comigo várias e várias vezes seguidas.
Obrigada, Deus, por ser comigo.
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